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Divulgação
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Maconha hidropônica que saiu de MS e foi apreendida em SP |
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A Polícia Civil do Estado de São Paulo prendeu no fim da noite de quarta-feira (21) em Jundiaí, um homem que saiu de Mato Grosso do Sul com 100 quilos de maconha hidropônica.
Há dois meses, a Dieese (Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes) da Polícia Civil de São Paulo, investiga o tráfico de drogas na conexão Pedro Juan Caballero, Paraguai, - Campo Grande – Jundiaí.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, nessa quarta-feira, os policiais desconfiaram de um Honda Civic e mandaram o motorista parar.
O veículo foi fiscalizado e a droga foi encontrada dentro de quatro caixas escondidas no banco traseiro e no bagageiro.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, o motorista, Dalson Carvalho dos Santos, de 20 anos, disse que pegou a droga em Mato Grosso do Sul e entregaria em Jundiaí, mas não informou o local exato.
Dalson confessou, também, que havia mais entorpecente escondido em uma residência na cidade de Hortolândia.
Na casa, localizada na rua Armelindo Espúrio da Silva, os policiais encontraram mais quatro caixas de papelão com 120 quilos de maconha hidropônica. A residência era usada para armazenar a droga.
A maconha hidropônica, de acordo com o investigador chefe do Nape (Núcleo de Apoio e Proteção à Escola) do Denarc (Departamento de Investigações sobre Narcóticos), Douglas dos Santos Souza, por sua ação potencializada, tem um alto custo se comparada à versão comum da droga.
Ela é cultivada em tonéis de terra encharcada de água, em locais adaptados para funcionar como estufas e com condições de temperatura e iluminação adequadas.
Para aumentar o nível de THC (Tetra-Hidro-Canabinol), a planta é cultivada com fertilizantes e proteínas. Por isso, o poder alucinógeno da maconha hidropônica é até quatro vezes maior que o da maconha convencional.
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